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O campino |
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Festa do tomate a Tomatina |
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Esta guerra de tomates,acontece em espanha,na cidade de buñol,todas as últimas quarta-feiras do mês de agosto,desde 1940.Os moradores atiram tomates uns sobre os outros,para as paredes e fachadas desta vila mediterrânea,tomatina,chega a ter cerca de 38000 participantes,entre a população e os turistas.
A origem do festival,vem de uma brincadeira de crianças..quando algumas crianças usaram os seus almoços para guerrear em plena praça da cidade.







TURISTAS BRINCALHÕES |
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FOTOS FORA DO COMUM ?





Perversão em Fátima - A divulgar! |
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Não costumo reencaminhar este tipo de coisa, mas esta … sem comentários!
A divulgar!
Para:
Fátima é um altar do mundo...
... mas a atênção torna-o um negócio.
Um negócio, inverso do significado de Fátima.
Hoje um altar usurpado por gente inversa...
Um altar, do mundo, não é propriedade de alguém:
Pode ser usurpado, mas não legitimado! Pois veja-se.
E estes? Que são a fonte da mensagem, do espirito?
Acabe-se com Fátima e possa salvar-se o seu sentido!
O ESCÂNDALO do Santuário de Fátima em relação ao abate de animais é conhecido de muitos, mas ninguém ainda conseguiu parar esta crueldade.
As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças e colocados na caixa que apresentamos em foto.

Esta caixa está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas. Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, à chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço mínimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé...
Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou colegas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.
Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes extremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourem tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.
Quem nos informou, disse-nos também, que os cães que lá estão, vivem os poucos dias que lhes resta em condições extremamente miseráveis.
A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponível para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.
A FAA soube também que existe um engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais difíceis de apanhar... Não conseguimos ter acesso ao seu nome, mas sabemos que existe apenas um engenheiro com funções ligadas à área verde que circunda o santuário.
Mais grave a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão. Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram á noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus tratos contra os animais perpetados num local "sagrado".
Não sabemos quantos animais foram mortos com a chegada do 13 de Maio e com a vinda do actual representante da Igreja Católica a Fátima, mas acreditamos que quem lá for, não vê nenhum cão, porque as ruas foram limpas, tal como é sempre feito com uma regularidade impressionante.
Esta é uma situação abominável, pela parte de quem se diz representante de Deus, não é compreensível tamanha crueldade num espaço que querem fazer sagrado e que eles próprios profanam e o sujam de morte e sangue.
Deixamos aqui o contacto do Santuário, para quem quiser mostrar a sua indignação perante esta monstruosa atitude.
Peçam para encaminhar a vossa chamada para a reitoria:
249 539 600
Fonte: Adopta-nos





Esses turistas ... |
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o burro paraquedista |
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empresarios de uma cidade russa lançaram o animal no ar para chamarem a atençao dos turistas para a sua praia.










No aeroporto |
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Meus amigos e minhas amigas (mais amigas que amigos, é certo, porque como já referi, o meu blog é mais lido pelo público feminino), resolvi hoje escrever um post grandinho, para voltar aos tempos (mais ou menos) áureos de quando eu escrevia artigos longos e algumas pessoas comentavam.
E hoje, resolvi escrever sobre aeroportos. Mais precisamente, a minha diz-que-é-uma-espécie-de-visita ao Aeroporto da Portela. Mas talvez vocês se estejam a interrogar: «Ora essa, esse Rui agora vai de férias e não me dizia nada?». Se vocês estivessem a pensar nisto é melhor deixarem de pensar e irem-se trancar na dispensa de vossas casas. Quem não pensou isto, pode continuar a ler este texto.
Bom, então, para as pessoas, talvez mais espertas (ou que lêem a mente dos blogueiros como eu), que pensaram (ou que perceberam que era para pensar) Mas que raio é que aquele caixa-de-óculos foi fazer ao aeroporto?», eis a explicação.
Ora, a minha Mãe é técnica de turismo, ou seja, trabalha com turistas (a sério?). Um dia, um grupo de estudantes luso-franceses (que nasceram em Portugal mas emigraram para França) de uma escola de Estética veio cá, e a minha Mãe é que ficou encarregue deles. Não como baby-sitter (ÓBVIO), mas ficava encarregue de os orientar nos aeroportos e nas viagens. Ora, há uns dias esse tão famigerado grupo ia embora de volta à terra das «baguettes» e dos «croissants», e a minha Mãe tinha de ir ao aeroporto tratar do check-in e etc e tal.
Estacionámos o veículo de 4 rodas (que normalmente é chamado de carro) no parque do Aeroporto. De seguida, subimos as escadas que iam dar acesso ao andar de entrada do aeroporto (e a esta altura alguns de vós estão a pensar «Uau! Isto é tão… interessante, que acho que vou fechar para ler noutro dia. Daqui a uns 50 anos, talvez».) Voltar a entrar naquele aeroporto deu-me uma certa, não sei como se diz, mas acho que era uma sensação próxima da nostalgia.
Uau! Ver aqueles estrangeiros todos a gritarem e a insultarem meio mundo por os seus voos serem cancelados (e com razão, diga-se. Esta «visita» foi feita na altura em que a nuvem da Islândia espalhava o terror nos aeroportos portugueses). Enfim, a minha Mãe pensava que o autocarro com o dito grupo estudantil ainda não tinha chegado, portanto fomos para a entrada do aeroporto a ver se o víamos. Quinze minutos depois, quando a minha Mãe começara a fumar um cigarrito, uma das professoras veio ter com ela (mesmo que francesa falava muito bem português, logicamente por ser emigrante em França) a dizer que já estavam todos lá dentro na fila do check-in.E a minha Mãe disse que «é que eu pensava que ainda não tinham chegado» e a professora disse que tinha de voltar ao grupo e a minha Mãe disse que já íamos lá ter.
Fumou o cigarro à pressa, e se eu me lembro deixou-o a metade (como é que eu me lembro destas coisas?)
Tapetes rolantes e muitos corredores depois, chegámos ao dito lugar.
Montes de gente, uma voz de fundo que dizia «Os passageiros do voo tal que se dirigam para a porta de embarque» e depois em mais umas 5 línguas (pena que não dissesse em russo, ou chinês. Para que eu me pudesse rir um bocadinho).
Vi tantos jovens nos tão populares grupinhos, que existem em todos os países. Pareciam hippies, ou coisa parecida, da maneira que estavam dispostos. Em roda, sentados no chão, mesmo no sítio do check-in. Portanto, uma pessoa está à espera de levantar o seu bilhete de aeroporto e sente um pouco atrás de si muitos pares de olhos a observarem-no. É desconfortável, essa situação. Digo-vos que é porque passei por isso nesse dia. A minha Mãe foi ter com as professoras da tal turma de alunos, e elas estavam lá com os alunos que faltavam para fazer o check-in. Bom, eu e a minha Mãe fomos ter com elas. E entrámos naquela fitinha que quando não há fila de espera é muito estranha para mim. Aquela fita das filas, que faz um percurso tipo labirinto. Não vos consigo explicar melhor, desculpem.
Depois, a minha Mãe ainda pôs conversa com as professoras, que eram 4, mas só estavam ali duas. Parecia que aqueles alunos tinham feito javardice e asneirada na pousada onde estiveram estabelecidos. Segundo uma das professoras, que agora não me lembro, os «mais mal-comporrtados desenrroscarram os alarmes de incêndio parra poderrem fumarr sem serrem descoberrtos». (os alarmes de incêndio referidos têm assim uma aparência àquelas lâmpadas semi-circulares que se põem no tecto.)
Depois, os que restavam fizeram o dito check-in, mas aquela professora que contou da malandrice de certos alunos continuou a dialogar com a minha Mãe. Eu tive o infortúnio de olhas para trás, e… vi cerca de 10 pares de olhos sentados no chão nas ditas filas hippies. Fiquei logo «Ai que vergonha». Ainda por cima daquele grupo de estudantes haviam uns da minha idade…
Bom, depois, um rapaz acorreu à professora (e ainda bem, senão tinha enchido isto com mais 200 linhas de coisas inúteis e dispensáveis), pedindo-lhe dinheiro. Poderia ser um ladrãozeco de aeroporto, poderia ser um cobrador, mas afinal era o filho dela, como eu pude constatar quando ela no-los apresentou. Depois ela deu-lhe uma notita, ele soltou um «merci», mas ela «Parler en portugais» (peço desculpa se houver algum erro nesta frase… o meu francês é um bocado… mauzito). E ele disse «obruigado». Disse mesmo assim! Não é nenhum erro de escrita! Uau! Só aí é que me apercebi que o meu nome é muito utilizado por franceses que não sabem falar português… Iupi! Sou um felizardo! Mas afinal parece que não. E aí (finalmente) acabou a conversa, e a professora chamou as outras professoras para reunirem todos os alunos.
Encortando, porque houve partes que se seguiram a isto que não interessam MESMO nada (como alguns alunos irem à casa de banho, uma das professoras telefonar de um telefone público para a dita escola em França, e que uma dúzia de alunos se julgavam perdidas mas afinal tinham ido comprar chocolates), nem dá para tirar um pingo de humor (quer dizer, da cena do telefone público até dá, porque noutro telefone ao lado, estava um indiano a falar… indiano. Pffff… meteu-me tanta piada. E ainda por cima tinha voz fanhosa. Duplamente engraçado! É daquelas coisas típicas que se encontram nos aeroportos. É isso e preços exorbitantes em coisinhas mínimas...), os alunos dirigiram-se para a porta de embarque.
As professoras despedem-se, agradecem inúmeras vezes à minha Mãe, e ela toda coisa, e tal.
Ah, de seguida as ditas miúdas que se tinham perdido chegaram, uma das professoras estava à espera delas (os outros todos já tinham ido para o avião), e disse-nos «Au revoir» e disse às meninas que eu era o filho da Cristina (a minha Mãe, dah!), e a dizer para elas se despedirem de mim. Elas todas «Au revoir», e eu, um pouco envergonhado, vá, porque digamos, eram giras, disse, um pouco engagejado, «Au…au…revoir». A minha Mãe e a outra professora a rirem-se baixinho. Ai que vergonha!
Bom, e de seguida, foram também embora. E eu e a minha Mãe seguimos para casa. «Pronto, isto já está despachado», soltou a minha Mãe, e dirigimo-nos ao carro e voltámos a casa.
Bom, e foi esta a minha odisseia no aeroporto.
Quê? Esperavam mais? Ora essa! Isto já deu um trabalhão de escrita e de memória, ok? Portanto… contentem-se com o que há!
Achei giro contar esta história para preencher os ditos posts enormes que não tenho feito. Este até é grande, mas para mim é um bocado insonso. Bom, também a minha opinião é minha! Mas acho que a vossa opinião não deve divergir muito dela…
Até qualquer dia!
Rui Sousa
(mais idiossincrasias em www.companhiadasamendoas.blogspot.com)

As queixas mais ridículas! |
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O Daily Telegraph, um conceituado jornal britânico, criou uma lista com as queixas mais ridículas feitas pelos turistas ingleses às agências de viagem.
- "Vi um elefante numa reserva de caça africana visivelmente excitado e isso arruinou-me a lua-de-mel."
- "A praia tinha demasiada areia."
- "Comprámos uns óculos Ray-Ban a um vendedor de rua por 5 Euros e depois descobrimos que eram falsos."
- "Ninguém nos disse que havia peixes no mar. As crianças ficaram assustadas."
- "O voo da Jamaica para Inglaterra demorou 9 horas, enquanto que os americanos demoram apenas 3 horas a chegar a casa."
- "Existem demasiados espanhóis aqui. A recepcionista fala espanhol. A comida é espanhola. Demasiados estrangeiros." – este turista estava de férias em Espanha.
- "Tivemos de esperar numa fila no exterior, sem ar condicionado."
- "Fui picado por um mosquito. Ninguém me disse que os mosquitos podiam picar."
- "O meu noivo e eu reservamos um quarto com duas camas de solteiro e fomos colocados num quarto com duas camas de casal. Agora nós queremos que vocês assumam a responsabilidade por eu agora estar grávida. Isto não teria acontecido se fossemos colocados no quarto que reservamos."
- "Comparei o tamanho do nosso apartamento de uma cama com o apartamento de três camas dos nossos amigos e o nosso era significativamente mais pequeno."
- "Nós descobrimos que a areia não era como a areia do vosso folheto. O vosso folheto mostra areia amarela e aquela era branca."
- "Marcamos um passeio a um parque aquático mas ninguém nos disse que era necessário levar fatos-de-banho e toalhas."


Iya Traore - Artistas de Rua |
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Iya Traore é um futebol freestyler de rua francês.
Os seus shows juntam milhares de turistas que visitam o bairro de Montmartre em Paris.









A Passadeira de Vidro Sobre o Grand Canyon |
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Construída em 2007 para os turistas que querem dar uns passos mais sobre o precipício.A estrutura tem 21 m, em forma de ferradura e oferece uma vista de 1.219 m de altura, por baixo dos teus pés.Aguenta ventos até 160km/h.
Como a estrutura é de vidro transparente, a sensação é de caminhar suspenso no ar...

